terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O celular e o suicida

Sexta-feira passada, 17/1, centenas de perversos curiosos sugeriam a um possível suicida que se atirasse das alturas do Shopping Light. Não permaneci por lá; por isso, não pude saber se o homem sobreviveu, ou não, às fotografias.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Da relativa maturidade

De tudo o que vivi - e nisso, gostaria de não transmitir qualquer impressão altiva, nem soar cabotino ou arrogante -, julgo ter aprendido algo: eu não estou mais a fim de esperar a velhice para rir de mim mesmo. Entre a impassibilidade, que se confunde com o tédio; e paixão, tamanha e total pelas coisas (grandes e pequenas) vamos equilibrando episódios entre a utopia e a distopia, entre Eros e Thanatos: entre as pulsões e o controle remoto. Este ano, tenho certeza, será mais leve e fácil de lidar do que aquele, de 2013 - embora não esteja cá a desprezar as descobertas, conquistas e reaproximações com meus amigos, parentes e familiares; nem as leituras de coisas não tão bem percebidas nos tempos em que estudei outras artes, tempos, concepções e autores. Amadureço, de fato, ou estou a afetar uma nem tão nova persona, neste instante? Não sei: ao menos, o texto soa como exercício de re-equilíbrio. Tsc, tsc.